23.2.07

A ler

" (...) Os realizadores portugueses, e outros mais ou menos emprestados, a quem é atribuída oportunidade de fazer filmes repetitivos, não percebo que género de cinema têm como referência ou que retrato parcelar interiorizaram do país que conhecem mal. Escolhem cenários marginais onde uma acção incipiente se desenrola. O cinema português pode ser bom: César Monteiro, Álvaro Morais, João Canijo, Mário Barroso, António Ferreira, João Botelho. Sabem (sabiam, os dois primeiros) ter uma autoria irrepetível e ao mesmo tempo incluir o país, não o evitam. Tanto por conhecer e desenvolver. César Monteiro filmava em Alfama, no Príncipe Real, no Cais do Sodré. Canijo nos bares de alterne do interior. São bons exemplos. E a rua, a serra, o mar, a servir paisagem humana".

A vergasta do cinema português, no Esse Cavalheiro.

Fica o link e daqui a uma ou duas horas ainda lhe digo pessoalmente que foi um dos melhores posts dos últimos tempos na blogosfera.

2 Comentários:

Às 5:04 da tarde , Anonymous Samuel disse...

Os amigos sao sempre muito exagerados..

 
Às 5:04 da tarde , Anonymous Samuel disse...

Os amigos sao sempre muito exagerados..

 

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