3.11.07

É interrompido o normal funcionamento deste blogue para o seu autor assumir a condição de adepto (II)
















Para quem acompanhava o basquetebol nos finais da década de 80/princípios da década de 90, era difícil apoiar apenas uma equipa. Por um lado existiam os afundanços do Michael Jordan, por outro os passes do Magic e ainda, não esquecer, o Bill Laimbeer como líder dos "bad boys" de Detroit. Contudo, os Boston Celtics sempre motivaram um sentimento especial. A equipa era suportada em três jogadores, que venceriam com confortável margem de vantagem se existisse um concurso para a equipa mais feia de sempre na história do basquetebol, de seu nome Parish, Kevin McHale e Larry Bird. Enquadrados no magnífico Boston Garden, este "trio" tinha a capacidade de compensar em talento e inteligência o que faltava em espectacularidade. Até porque saltos e mudanças de velocidade era coisa que não existia para estes lados. A explicação para isso encontrava-se nas ligaduras nos joelhos e lesões nas costas e ombros de que se iam queixando, à vez. Ora o que se passa é que diz que agora os Celtics voltaram a ter um "trio maravilha" e que a coisa até começou bem, com uma vitória logo no primeiro jogo. Torço o nariz, mais não seja porque o anterior "trio maravilha" era composto por dois brancos e um preto. Este é composto por três pretos. Não há comparação possível. Só tem dúvidas sobre isto quem nunca esteve enfiado num playground a jogar contra uma equipa de pretos.


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